Introdução / Objectivos Pessoais - Rizó
Defini para mim uma atitude exigente e coordenadora no grupo desde o início do ano tentando provocar motivação por parte dos meus colegas. Penso que conseguimos muito bem arrancar com o projecto começando desde a primeira aula a trabalhar como uma equipa.
Na primeira etapa da pesquisa e contextualização do tema tenho explorado muito as suas variadas vertentes ao nível teórico, mais concretamente: a fundamentação da inteligência, como um fenómeno ontologico, em primeira instância no Homem, a sua possível adaptação para o sistema computacional, etc.
> Rizó / Objectivos Globais:
Testar o sistema actual de processamento de informação de modo a verificar a sua compatibilidade com os requisitos teóricos e técnicos da IA.
Mostrar que os ciber-organismos podem superar de uma forma drástica as capacidade humanas, tanto ao nível racional, como creativo.
Definir os elementos constituintes da consciência do Homem.
Estabelecer interligações comparativas entre os elementos da consciência e procurar os seus análogos virtuais tecnológicos.
Estudar o funcioanmento do processador computacional; o esquema lógico de gestão de memória.
Estudar o funcionamento do cérebro; o esquema lógico de gestão do conhecimento.
Estudar os mecanísmos da memória humana e adaptar um algoritmo computacional.
Explicar o funcionamento da maquina de Turing.
Procurar justificar a evolução tecnológica fundamentando-se nos avanços na área da IA.
Distinguir a IA forte da IA fraca
Mostrar que a identidade é uma mera condição intencional que se manifesta deterministicamente conforme a experiência do passado.
Definir a liberdade sob a perspectiva do determinismo.
Verificar em que medida é que se pode afirmar que o homem é uma máquina.
Explicitar o conceito da “virtualização consciencial”.
Enquadrar a IA na história da evolução físico-biológica do Mundo.
Inteligência Artificial - Contraste Bio-evolutivo
Os progressos da actualidade, tanto ao nível teórico, como prático, alcançados por diferebtes dimensões das Ciências instigaram os enganheiros de saber a proclamarem, entre outras descobertas inéditas, o fenómeno especultativo da Inteligência Artificial. Por entre a polémica gerada salientam-se duas perspectivas opostas: a de alicabilidade e a de inexequibelidade da tal conjectura. A argumentação aqui assistente orientar-se-á para clarividenciar a impossibilidade da sua concretização.
A inteligência é um atributo exclusivo do Homem, na medida em que se verifica uma radical incompatibilidade dos sistemas funcionais do ser humano (cérebro) e do computador (processador); enfatiza-se nesta distinção, como é claro, a primitividade dos programas computacionais perante a complexidade do sistema nervoso do anthropos. Penetrando para o interior da nossa mente, examninando os mecanismos que geram e regulam o nosso pensamento, a consci~encia que é o seu motor implica manifestação da intenção subjectiva, isto é, a quele que constitui o carácter do indivíduo como sert autónomo. Ora, como o software dos dias de hoje é, todo ele, fundamentado nos raciocínios lógicos, que suprimem a creatividade, o programa não é capaz de agir livremente, pois, o resultado da sua actividade é globalmente previsível dadas as condições iniciais que lhe são impostas (programadas). Portanto, se a IA é um facto do futuro pões-se em causa a liberdade do Homem. Nestas margens de determinismo, estudando nosso processo evolutivo, tendo em conta a Vida em si, bem como o seu Filho intelignte, sabe-se que foi o único que desenvoleu características pelas quais merece a classificação Homo sapiens, tendo apesar disso, partilhado o ambiente em que evoluiu semelhantemente aos outros animais, fisicamente.
A justificação desta discordância engrandece a figura do Homem não só perante as criaturas naturais, como também perante as electrónicas, pois, não esclarece o segredo da origem da Inteligência.
O estado em que se encontra a tecnologia actual não é capaz de sustentar uma inteligência análoga à humana. Não será a afirmação da IA equivalente a visão do Homem como uma máquina? Poderá o caminho evolutivo humano reduzir-se a um conjunto de códigos computacional?
Computador vs. Homem (parte 1)
Penetrando no interior da nossa mente, examinando os mecanísmos que geram e regulam o nosso pensamento no plano psicológico, numa priméira instância, dificilmente poder-se-á verificar algum esquema sistemático concreto e perceptível. É muito súbtil a aparente desordem de ideias e pensamentos, emoções e sentimentos características do Homem, um ser inteligente. Existe, portanto, no nosso cérebro uma estratégia seguida pelo nosso sistema nervoso central que se responsabilisa pela organização e processamentos dos conteúdos mentais.
Tem-se observado, nas últimas três decadas, uma considerável, em termos técnicos, evolução das tecnologias informáticas. Sendo a nova geração de computadores dotada de propriedades anteriormente desconhecidas, de “capacidades de tratamento multiplicadas”, aproximando as máquinas cada vez mais ao modelo racional do Homem. Porém, as maquinas permanecem ainda numa fase conservadora em relação ao nível de evolução humana. Tendo em consideração o contraste, enfatisado ao nível intelectual (é comum confundir o termo ‘inteligente’ com o termo ‘racional’, que neste caso só se pode aplicar ao Homem ), creativo e moral, entre os humanos e as máquinas, é possível estabelecer uma análise comparativa:
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Cérebro e computador tratam ambos das informações a grande velocidade e em grande quantidade.
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A circulação das informações inscreve-se num quadro definido pela regra de comunicação binária do «tudo ou nada», séries de 0 e 1 para a máquia, série de descargas positivas ou negativas para os neurónios.
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O tratamento de funções mais complexas faz-se a partir de uma linguagem intermédia que é a montagem de sequências de comandos elementares . Fala-se então de técnicas de montagem em informática e de patterns em neurologia (ex: efeitos neuro-hormonais que constituem a retroacção negativa). Porém, na prática, estes termos cobrem a mesma noção.
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A comunicação com o exterior é posssível nos dois casos, graças a uma linguagem pessoal, simbólica para o cérebro (língua falada ou escrita, gestos, etc.), adaptada, por sua véz para a máquina (C++, Pascal, Python, Fortan, Javascript…).
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O cérebro e a máquina podem, perante uma confrontação, escolher a melhor solução, resolver um problema de lógica, base do controlo de uma situação concreta.
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Cérebro e computador possuem ambos mecanísmos miniaturizados destinados para medição, tanto ao nível temporal, como espacial, armazenamento e organização de informação.
Um computador não vai mais longe. Ele não emita a actividade do sistema nervoso central. A diferença básica entre o processador de um computador e o cérebro de uma máquina reside principalmente na sua função primordial: enquanto o computador é um instrumento destinado unicamente para a gestão de informação, o cérebro é, em si, um orgão de manifestação do processo de adaptação necessitativa do Homem perante o crescimento das relações sociais. O computador é uma criação do nosso cérebro que, apesar da sua obectividade natural, visa extender as suas capacidades, garantindo a preservação dos princípios instintivos humanos. Nessa perspectiva, a «caça» que o Homem começou fase ao conhecimento, por intermédio dos progressos científicos, não passa de uma complicação do computramento animal. No caso das máquinas, a situação é radicalmente diferente, no que tem a ver com a sua actividade autónoma, que neste momento não tem revelado grandes sucessos, mas cuja impotância na geração que se segue é indispensável. Os limites das capacidades que são capazes de suportar o chamados cyborg (cyborg=cybernetic organism, que é básicamente um robot humanoide) no presente não são detectáveis, o que é muito promissório.
É fascinante a facilidade com que os computadores resolvem cetos problemas matemáticos e lógicos.
Inteligência Artificial@VidaGeek.net
Este tópico é para discutirmos nossas opiniões sobre Inteligência Artificial.
Você acha que um dia as máquinas serão mais inteligentes do que o homem?
O que é inteligência?
É apenas uma questão tecnológica?